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Por: Luís Baeta e Nathalia Figueiredo A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicou, no dia 27/03/2026, a Resolução nº 6.079/2026, com o objetivo de consolidar a regulamentação do free flow para além do regramento contratual, até então orientado pela minuta de termo aditivo padrão publicada pela Deliberação ANTT nº 69/2025.   A Resolução promoveu alterações nas quatro primeiras normas do Regulamento de Concessões

Por: Tathiane Viggiano e Igor Sousa    Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do Ministro Edson Fachin, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.183, que questiona a constitucionalidade da Instrução Normativa TCU nº 91/2022, a qual instituiu, no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU), a SecexConsenso.       Ajuizada pelo Partido Novo, a ADPF

Por: Pedro Rezende e Isadora Reis No início de 2026, foi publicada a atualização do guia prático de compliance  corporativo, o “An Anti-Corruption Ethics and Compliance Programme for Business: A Practical Guide“, elaborado conjuntamente pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e pelo Pacto Global da ONU. Trata-se de uma atualização profunda de sua versão original, publicada em 2013, concebida para traduzir

Por: Maria Luiza Simplicio e Pedro Rezende A integridade empresarial vem ganhando um novo patamar nas contratações com o poder público. Se antes a discussão se concentrava na existência formal de políticas e códigos, a tendência regulatória agora é mais exigente: o foco passa a recair sobre evidências de implementação, estrutura de governança, gestão de riscos e capacidade de demonstração objetiva da efetividade do programa. É

Por: Luís Baeta e Arthur Andrade O agravamento das tensões geopolíticas envolvendo o Irã tem imposto uma  volatilidade severa ao mercado global de energia, óleo e gás, com reflexos já percebidos no preço do diesel no Brasil. Para o setor de construção pesada e infraestrutura, esse cenário pode ultrapassar o desafio logístico e enquadrar-se como um evento de força maior, capaz de gerar desequilíbrio econômico-financeiro

O ano de 2026 chega com um cenário desafiador para organizações de diferentes portes. Novidades regulatórias e demandas crescentes de stakeholders por transparência, associadas a eventos climáticos extremos e um ambiente econômico e geopolítico instável, geram aumentam a pressão por práticas éticas e colocam a governança corporativa e a sustentabilidade no centro da estratégia empresarial.  Além de cumprir normas, as empresas e seus tomadores de decisão precisam antecipar riscos, rever modelos de negócio e integrar a agenda ESG à tomada de decisão, para manter competitividade, reputação e capacidade de geração de valor em longo prazo.

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